quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Dias ruins...dias de tédio
ultimamente...
sentindo falta de coisas que nunca tive....coisas que nunca vou ter
sensações estranhas de perda, assuntos inacabados, saudades..mas de quê?
talvez eu não queira assumir que sinto falta de pessoas que me afastei, mas sinto falta da pessoa que essa pessoa foi antes de se tornar responsável e mãe. Nunca vou ter a vida que ela teve os amigos q ela teve, pra começo de conversa, nunca vivi nem a metade das alegrias que ela viveu.
Dias estranhos me cercam mais que nunca, sinto falta das amizades que comecei a ter, e que hoje se desfaz.
Ano bom que não vai voltar, festas e mais festas, surpresas, gente nova, amores, alegrias...tudo isso agora só é lembrança.
Meus dias estão cada vez mais rotineiros, virei dona de casa e com dois filhos (irmãos) pra cuidar. Nenhuma surpresa, (coisa que passei o ano todo esperando) mas quando se espera não é surpresa.
Ta tudo confuso sem nenhuma expressão em meu rosto
só a de tédio...=/
sentindo falta de coisas que nunca tive....coisas que nunca vou ter
sensações estranhas de perda, assuntos inacabados, saudades..mas de quê?
talvez eu não queira assumir que sinto falta de pessoas que me afastei, mas sinto falta da pessoa que essa pessoa foi antes de se tornar responsável e mãe. Nunca vou ter a vida que ela teve os amigos q ela teve, pra começo de conversa, nunca vivi nem a metade das alegrias que ela viveu.
Dias estranhos me cercam mais que nunca, sinto falta das amizades que comecei a ter, e que hoje se desfaz.
Ano bom que não vai voltar, festas e mais festas, surpresas, gente nova, amores, alegrias...tudo isso agora só é lembrança.
Meus dias estão cada vez mais rotineiros, virei dona de casa e com dois filhos (irmãos) pra cuidar. Nenhuma surpresa, (coisa que passei o ano todo esperando) mas quando se espera não é surpresa.
Ta tudo confuso sem nenhuma expressão em meu rosto
só a de tédio...=/
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Necessito expor este desejo
Boca lasciva sussurrando
metáforas in (can) descentes
dimensão real esquecida
no tempo da luxúria intensa
quero prendê-la com atos,
palavras eloquentes e beijos desenfreados.
Anseio suprimir barreiras implícitas
invadir seus poros e amar com fúria
vulcânica e explosiva.
Necessito expor este desejo
incontrolável a ira de teu corpo
dor e prazer entrelaçados,alucinantes.
Amor, cansaço e paixão esgotados
sublime paz circunstancial
suor salgado em dois corpos arrebatados.
metáforas in (can) descentes
dimensão real esquecida
no tempo da luxúria intensa
quero prendê-la com atos,
palavras eloquentes e beijos desenfreados.
Anseio suprimir barreiras implícitas
invadir seus poros e amar com fúria
vulcânica e explosiva.
Necessito expor este desejo
incontrolável a ira de teu corpo
dor e prazer entrelaçados,alucinantes.
Amor, cansaço e paixão esgotados
sublime paz circunstancial
suor salgado em dois corpos arrebatados.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Estilhaços
Olhe tua face
Refletida no brilho de meus olhos
Olhos molhados, encharcados
Este espelho se transformará em estilhaços?
Não sei se choro de tristeza
Não sei se é ira, ódio ou talvez rancor
Talvez seja uma mistura de tudo
Talvez a cura seja teu amor...
Amor! O que é isso?
Não sabe me explicar?
Será você um louco...
...Que ainda não aprendeu a amar?
Não sei, Simplesmente não entendo
Imagino, mas... Confundo-me
Não compreendo teus sentimentos
Sentimentos... Palavra chave
Será que sentes algo?
Será por mim?
Por favor... Diga que sim!
Somente mais uma vez
Me de mais um pouco dessa ilusão
Sei que não me fará bem
Mas encha de falsas esperanças
Meu pobre, nobre, meu tolo coração
Por favor, iluda-me!
Deixe-me em estilhaços!
Iluda-me, ande!
Deixe meu coração...Sangrar em pedaços!
Refletida no brilho de meus olhos
Olhos molhados, encharcados
Este espelho se transformará em estilhaços?
Não sei se choro de tristeza
Não sei se é ira, ódio ou talvez rancor
Talvez seja uma mistura de tudo
Talvez a cura seja teu amor...
Amor! O que é isso?
Não sabe me explicar?
Será você um louco...
...Que ainda não aprendeu a amar?
Não sei, Simplesmente não entendo
Imagino, mas... Confundo-me
Não compreendo teus sentimentos
Sentimentos... Palavra chave
Será que sentes algo?
Será por mim?
Por favor... Diga que sim!
Somente mais uma vez
Me de mais um pouco dessa ilusão
Sei que não me fará bem
Mas encha de falsas esperanças
Meu pobre, nobre, meu tolo coração
Por favor, iluda-me!
Deixe-me em estilhaços!
Iluda-me, ande!
Deixe meu coração...Sangrar em pedaços!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
As vezes é bom fazer algo diferente, andar sem destino em um lugar em que nunca se foi mas sabe onde vai dar.
Hoje eu tive essa experiência prazerosa: ia ter uma festa na casa de um amigo, cheguei la fiquei sabendo que tinham adiado para o dia seguinte. Já que minha casa fica longe e eu não tinha o que fazer, fui andar, eu conhecia o bairro mas nunca tinha explorado todas as ruas, aí eu pensei, aquela pessoa que tira meu sono mora por aqui, então eu vou passar pela frente da casa dele.
Decidi ir por uma rua diferente, no começo parecia como todas as outras daquele lugar, mas logo percebi que já estive ali antes. Pra vocês intenderem melhor, "ele" não fala comigo e eu tenho medo de ir na casa dele e levar um fora, por esta razão eu apenas passei pela frente da casa. Ali era meu limite, mas algo dizia que eu deveria ir adiante. Fui em direção ao fim da rua e vi que a rua não tinha fim, dava em outra rua cheia de árvores, um ambiente familiar demais pra mim, aquele lugar me deixou tão tranquila que tive a impressão de ter um deja vu, e realmente tive, eu tenho certeza que já passei por ali em sonho ou vidas passadas ou minha alma saiu pra passear enquanto eu estava dormindo...sei la, só sei que foi muito envolvente, como num sonho...
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
o sentimento música

Eu me apresso a transcrever o sentimento que me inunda quando escuto a música. Amo-a de um modo inimaginável, mas quase doentio e amargo. Acho impossível expressar com palavras a sensação complexa e profunda que experimento, algo de frágil e delicado começa dolorosamente a se mover em minha alma, algo que me retesa os nervos de prazer e dor, sinto um quê de indefinido que deseja se expressar. Um encantamento misterioso e ardente se filtra através das mais variadas melodias: ora irrequietas e alegres, ora cheias de penosos sofrimentos. O amor! Como não pensar nele, quando em toda parte cantam sua juventude! Como não sonhá-lo, quando o enchem como uma taça transbordante de êxtase beatífico e da fantástica fumaça cor de anil do desconhecido!
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